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Segredo Revelado: O Fim das Intercorrências na Harmonização Orofacial.

Afinal, quem nunca sonhou com o FIM das Intercorrências clínicas? Num mundo perfeito isso seria possível e a vida profissional bem mais fácil, certo?

Segredo Revelado: O Fim das Intercorrências na Harmonização Orofacial.

Afinal, quem nunca sonhou com o FIM das Intercorrências clínicas? Num mundo perfeito isso seria possível e a vida profissional bem mais fácil, certo?

Agora sim você deve estar pensando que eu fiquei doido ou vou prometer algo impossível. Mas a verdade é uma só:

Hoje vou abrir o jogo sobre o que se esconde no tema desta publicação.

Afinal, quem nunca sonhou com o FIM das Intercorrências clínicas? Num mundo perfeito isso seria possível e a vida profissional bem mais fácil, certo?

Errado! Na minha opinião, seria tedioso e nada desafiador. Além disso, é algo que não combina com o sucesso que trabalhamos incansavelmente para alcançar.

Como dizem “Mar calmo nunca formou bons marinheiros”, pois é em meio às ondas que aprendemos a navegar, independente das situações que atravessamos.

O que existe é Prevenção e Preparo

Como habitante de um mundo real e lindamente imperfeito, te convido a despertar porque o País das Maravilhas já era, e não vivemos de ilusão. E revelo que não há fórmula mágica capaz de exterminar Intercorrências.

O que existe é PREVENÇÃO e PREPARO adequado para saber como agir caso elas ocorram. O que quero dizer é, por mais que você devore literaturas técnicas e invista em cursos presenciais, sempre haverá um caso para testar sua capacidade na prática. Nunca estamos 100% preparados.

Aprendizado é algo constante, necessário e exige dedicação diária.

Sendo assim, criar um Guia Prático para Prevenção, Diagnóstico e Manejo de Intercorrências na HOF, e principalmente seguí-lo, é a melhor opção para evitar ser pego de surpresa.

Quem me acompanha sabe que bato na tecla da Anatomia Facial, sobre a importância de conhecer as particularidades dos grupos musculares e suas áreas de trabalho, linhas de tensão (Langerhans), simetria da face e estrutura óssea. Mas não é só isso, então vamos relembrar os pontos de prevenção e preparo, que devemos considerar, antes de indicar e aplicar procedimentos.

Pilares Fundamentais

Então, agora vou resumir parte do que pratico e ensino aos alunos do Curso EAD de Intercorrências na Harmonização Orofacial.

Pilar I – Anamnese: Em primeiro lugar, sabemos que Anamnese é a entrevista a ser feita com o seu paciente, a fim de avaliá-lo e identificar o ponto inicial de diagnóstico clínico. Nesta etapa deve ser levada em consideração a história médica, fotografia, exames de imagem, exame físico, intervenções cirúrgicas e/ou estéticas anteriores e avaliação das assimetrias pré-existentes da face.

Pilar II – Considerações Pré-Tratamento: Momento onde é feita a recomendação do tratamento ideal à necessidade do seu paciente. E também a hora em que as informações intra e pós-procedimento devem ser destacadas, pois é nesse momento que o seu bom senso e profissionalismo entram em cena. Acima de tudo, não prometa resultados impossíveis de alcançar, que comprometam ou não tragam harmonia real à face. E mesmo diante de tantos cuidados e orientações, não esqueça de apresentar o Termo de Consentimento Informado.

Pilar III – Eventos Adversos e seu Manejo: Chegamos ao centro do assunto. As pré-orientações sobre possíveis reações ao tratamento foram feitas, o Termo de Consentimento foi assinado, mas mesmo assim complicações podem acontecer. Entre elas, Edemas e Equimoses são comuns. Intercorrências de grau médio a alto, como hipersensibilidade aguda, reações imunológicas e infecções, devem ser tratadas imediatamente.

Em caso de surgimento de nódulos transitórios e tardios, a correção deve ser feita em intervalos pós procedimento. Caso seja preciso reverter um preenchimento de AH, por complicações na volumização da face, por exemplo, é feito o uso de Hialuronidase.

Em resumo, essas foram algumas das considerações importantes sobre Intercorrências na Harmonização Orofacial.

Há Protocolos, Ações e Soluções, que devem ser dominados na HOF.

Afinal, a prudência e o conhecimento são nossos maiores aliados. Garantir que o cliente sinta-se satisfeito e seguro, com a sensibilidade que você dedica aos atendimentos clínicos, é o foco.

Quer saber mais sobre o tema ou tem algo interessante para compartilhar? Deixe seu comentário!

Dr. Diogo Melo.

Confira o vídeo (até eu sofro intercorrências na gravação).

https://www.youtube.com/watch?v=wDCEqiOoAgQ

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