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Linhas de Langerhans e o Mapeamento da Anatomia Facial.

Falar sobre Linhas de Langerhans é fascinante e um tanto complexo para alguns profissionais da saúde.

Linhas de Langerhans e o Mapeamento da Anatomia Facial.

Falar sobre Linhas de Langerhans é fascinante e um tanto complexo para alguns profissionais da saúde.

Falar sobre Linhas de Langerhans é fascinante e um tanto complexo para alguns profissionais da saúde.

Afinal, compreender como a topografia da face humana se compõe, e também, como ler, respeitar e tratar adequadamente a direção de suas formas, exige estudo.

As Linhas de Langerhans ou Linhas de Clivagem, demonstram as tensões estáticas e relevos cutâneos predominantes da face.

Além de definirem a direção em que a pele se divide, como se fosse um mapa de linhas transversais à direção de contração das fibras musculares.

Langerhans e a Dinâmica Facial

Você certamente já observou que, a pele humana tem capacidade de estender-se e retornar à posição inicial após movimentos funcionais temporários.

Isso é possível porque, além dos grupos musculares, as linhas trabalham em alinhamento e paralelas aos feixes de colágeno dérmico. As fibras elásticas também fazem parte desse alinhamento.

Por conta disso, a dinâmica funcional da face deixa marcas diferentes em cada fase da vida da pele.

Nas peles jovens, ricas em colágeno e elastina, a elasticidade é forte e permite o rápido retorno das fibras ao estado de repouso.

A extensibilidade na pele jovem que é hidratada, e altamente vascularizada volta ao seu estado normal com muita facilidade.

Contudo, a pele madura sofre deterioração colágena e surgem as rugas, desencadeadas pelo estresse, mímica diária, exposição a raios UV.

Vincos ou rugas estáticas são fendas que obedecem a mesma direção das Linhas de Langerhans.

A flacidez ocorre de forma acentuada por conta do envelhecimento e causa perda de elasticidade com a fragmentação do colágeno e fibras elásticas.

A importância de Ler e Mapear as Linhas de Langerhans

Na Harmonização Orofacial, é imprescindível conhecer e dominar a anatomia muscular facial.

Não saber LER e MAPEAR a face do paciente certamente resultará em complicações.

Saiba mais sobre Intercorrências na Harmonização Facial AQUI.

Vamos usar um exemplo da Cirurgia Plástica:

Suponha que o cirurgião plástico precisa intervir cirurgicamente no rosto de uma vítima de acidente.

O conhecimento dele sobre anatomia facial e a direção das incisões, será fator determinante no resultado final.

Afinal, incisões paralelas às Linhas de Langerhans se curam melhor e produzem menos cicatrizes do que aquelas que as atravessam.

Por outro lado as incisões perpendiculares têm tendência a enrugar. Enfim, é tudo uma questão de leitura correta e coerência prática.

Na HOF não é diferente, pois a eficiência do resultado após trabalhar a face, depende da execução correta das técnicas:

  • Na aplicação da Toxina Botulínica é preciso entender as áreas de ventre muscular;
  • O Gel de Preenchimento, deve ser entregue nas áreas de vincos estáticos (que confluem no mesmo local das Linhas de Langerhans);
  • Fios de PDO aplicados perpendicularmente resultarão na diminuição da frouxidão, além de produzir a reconstrução da malha dérmica para planificação e homogeneização da pele.

É preciso dominar cada grupo muscular e linhas de tensão da face, pois eles são guias seguros para o sucesso dos procedimentos.

Em resumo, ao pensar em um músculo e entregar o fármaco em outro, o resultado será contrário ao ideal. E nas linhas não será diferente.

Finalizando

É necessário entender o que cada rosto te mostra, bem como as áreas limite de trabalho.

A face é como uma tela, que harmonicamente pintada em traços limpos e sutis, resultará em uma obra de arte criada por você.

Por isso, cuide muito bem dela.

Até a próxima! Doutor Diogo Melo.

https://www.youtube.com/watch?v=nkDrutNKvNo

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