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Laserterapia – Odontologia aliada ao tratamento de pacientes com câncer

Embora seja um processo novo em Mato Grosso, o suporte de um cirurgião-dentista no tratamento de pacientes oncológicos é hoje algo fundamental. A quimioterapia e a radioterapia são tratamentos que normalmente baixam as d

Laserterapia – Odontologia aliada ao tratamento de pacientes com câncer

Embora seja um processo novo em Mato Grosso, o suporte de um cirurgião-dentista no tratamento de pacientes oncológicos é hoje algo fundamental. A quimioterapia e a radioterapia são tratamentos que normalmente baixam as d

Embora seja um processo novo em Mato Grosso, o suporte de um cirurgião-dentista no tratamento de pacientes oncológicos é hoje algo fundamental. A quimioterapia e a radioterapia são tratamentos que normalmente baixam as defesas do organismo de pacientes com câncer, ficando esses sujeitos a complicações na cavidade bucal, decorrentes de tais procedimentos. É exatamente ai que entra em cena o profissional da odontologia, responsável em amenizar essas complicações, através de um tratamento preventivo e curativo.

O Núcleo de Terapia Especializada em Cancerologia do Hospital Santa Rosa (Nutec) tem este serviço agregado. O cirurgião dentista é uma figura fundamental dentro da clínica e vem somar junto à equipe multidisciplinar. “A técnica utilizada é a Laserterapia, que estimula a renovação celular e a cicatrização. A luz emitida penetra no tecido e o tempo de percepção desta célula é de dois a três minutos, promovendo alívio da dor, reparação tecidual, redução de edema e bioestimulação óssea. Em média de 10 a 20 sessões é possível amenizar os problemas orais, isso claro dependendo do caso”, explicou o cirurgião-dentista, Diogo Melo.

Quando se fala em complicações bucais, não se refere somente aos dentes, mas também a lábio, gengiva, língua, amídala, mucosa oral e orofaringe, que merecem esta atenção especial preventiva durante o tratamento oncológico. “Pacientes que passam por radioterapia, quimioterapia, transplante de medula óssea e pacientes diabéticos estão sujeitos a desenvolver diversas patologias na cavidade bucal, como mucosite (inflamação mucosa oral), xerostomia (boca seca), plaquetopenia (sangramentos gengivais), herpes, entre outras”, citou o cirurgião-dentista.

O fato é que a tecnologia a laser de baixa potência já apresenta bons resultados e é grande a demanda por este tipo de tratamento. “Temos hoje no mercado aparelhos novos e portáteis, que permitem a aplicação no próprio leito do paciente. O tratamento odontológico aliado ao oncológico traz qualidade de vida do paciente”, reforçou o cirurgião-dentista.

Relato de caso clinico:

O Paciente H.O. de 62 anos compareceu ao consultório com diagnóstico de C.A. em região cervical esq. submetido a tratamento de Radioterapia e Quimioterapia, o tratamento total de 60 grays. Contudo na 15º sessão de RT o paciente queixou de dor ao alimentar e para deglutir, no exame clinico intra oral foi observado a proliferação de cândida eritematosa e pseudo-membranosa fechando o diagnóstico de MUCOSITE GRAU I, foi realizado então a primeira sessão do tratamento primeiramente foi feita a marcação das colonias fúngicas com Blumet e violeta genciana com a concentração de 1%, logo em seguida entramos o com o aparelho therapy xt utilizando o laser vermelho com comprimento de onda de 860 nanometros 4J (jaules) por ponto de aplicação. foi mapeado toda cavidade oral com laser.

Na primeira foto temos o antes, a segunda foto logo após a marcação e evidenciando as colonias fungicas, na terceira foto estamos no terceiro dia de tratamento.

Esta matéria foi publicada em 02/08/2007 no site do Hospital Santa Rosa https://www.hospitalsantarosa.com.br/mostrar_noticias.asp?id=1277&opcao=noticias

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