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Como evitar Isquemia e Necrose?

Como evitar Isquemia e Necrose na aplicação de géis preenchedores. Saiba mais sobre este assunto no Blog Diogo Melo e conheça também os cursos online.

Como evitar Isquemia e Necrose?

Como evitar Isquemia e Necrose na aplicação de géis preenchedores. Saiba mais sobre este assunto no Blog Diogo Melo e conheça também os cursos online.

Saber como evitar um quadro de isquemia e necrose é um dos deveres básicos de todo profissional da harmonização orofacial.

Afinal, não queremos complicar a vida dos pacientes e muito menos nos sentir inseguros no nosso dia a dia clínico.

Assumo que este tipo de complicação pode tirar o sono de muitos por aí, mas com o conhecimento e preparo adequados, é possível se manter longe de problemas.

Então, venha comigo e entenda como evitar isquemia e necrose na aplicação de géis preenchedores.

Diagnóstico Clínico

Em primeiro lugar vamos falar sobre diagnóstico clínico e a importância dele para conseguir resultados positivos e evitar problemas.

O passo da anamnese, que é a investigação do histórico do paciente, serve para avaliar e identificar o ponto inicial de diagnóstico clínico. E nós já falamos sobre isso nesta publicação AQUI.

Considerar o biotipo facial, assimetrias, estrutura óssea, qualidade da pele, entre outros fatores, faz parte da análise.

E ouvir o que o paciente gosta e principalmente o que ele não gosta na própria face e gostaria de mudar, é essencial.

Um exame minucioso ajuda a perceber quais pontos podem ser melhorados e também a traçar como tudo será feito.

Porém, cabe a você usar do bom senso e ser responsável na hora de sugerir mudanças. Afinal, nem sempre o que o paciente deseja pode ser feito ou é o melhor para ele.

Conhecer e entender a região que você vai tratar e qual será a profundidade da aplicação do gel de preenchimento também importa.

O diagnóstico clínico é a parte principal para escolha do gel adequado.

Planejamento

O planejamento é o momento onde são traçados os passos do tratamento ideal para o caso do paciente.

Também é o momento das considerações pré-tratamento onde as informações gerais sobre o que será feito são elucidadas.

E não devemos esquecer de destacar, mais uma vez, quais são os objetivos do tratamento e o que pode ser alcançado.

E lembre-se: Jamais prometa resultados impossíveis de alcançar, que comprometam ou não tragam harmonia facial real.

Por último e não menos importante, o paciente deve ler, entender e assinar o Termo de Consentimento Informado.

Feito isso, vamos ao passo da escolha do gel de preenchimento ideal para iniciar os procedimentos.

Escolha do Produto

Você me verá dizer várias e várias vezes que, utilizar o medicamento correto na região correta é garantia de sucesso. E sossego!

Afinal, dependendo do caso é preciso combinar mais de um tipo de produto, para atender as necessidades de cada região a ser tratada.

E na hora de definir isso devemos considerar as profundidades de aplicação.

Aqui vai um exemplo: Vou trabalhar em derme superficial ou média?

Então, devo escolher um produto mais fluido e não posso exagerar na quantidade, pois a derme tem baixo potencial de expansão.

Este é o primeiro passo para não causar uma isquemia por compressão.

A aplicação de produtos volumizadores não cabe em derme, pois vai causar compressão, parar o fluxo sanguíneo, baixa oxigenação e morte celular.

Regiões de derme tem alta vascularização capilar e de microvasos, por isso são mais sensíveis e suscetíveis a complicações quando não respeitadas.

Já as aplicações em subcutâneo tem poucas chances de complicação, exceto a região de pré-maxila onde passa uma artéria importante e também na região de têmpora, onde há bastante vascularização.

Na região de têmpora a artéria temporal é mais alta mas cabe uma ressalva:

Produtos de curta duração causarão isquemia temporária por expansão.

Mas a musculatura é tão forte que logo comprime e já libera o fluxo sanguíneo.

Em tese, a isquemia e consequentemente necrose, dependem da região e dose de medicamento injetado. E também da qualidade de vida útil do produto utilizado.

Medicamentos de baixa duração o risco de complicações é inferior. Se resultar em necrose é um quadro temporário.

Medicamentos de longa duração podem englobar um vaso com maior facilidade e a isquemia será de longa duração a definitiva.

Aprenda a evitar e tratar Intercorrências

Na publicação de hoje vimos apenas um breve resumo sobre o que pode ser considerado para evitar quadro de isquemia e necrose.

É preciso fixar que menos é sempre mais, portanto a quantidade de produto por sessão e profundidade de aplicação devem ser respeitados.

Além dos três passos apresentados que são o diagnóstico, planejamento e seleção do fármaco que devem seguir esta ordem. Não inverta e evite problemas.

O Curso Online de Anatomia e Intercorrências do Portal Diogo Melo ensina tudo isso.

Este é um curso completo onde você aprenderá a prevenir complicações e também como tratá-las caso aconteçam.

Além disso, o conteúdo é rico em anatomia e a base teórico científica irá lhe ajudar a fixar tudo o que for necessário sobre o tema.

Acesse a página do curso, saiba mais e venha ser meu aluno!

E para finalizar, vou deixar um vídeo sobre o alto índice de necrose em preenchimento de nariz.

Até a próxima,
Doutor Diogo Melo.

https://www.youtube.com/watch?v=1r5F5cpRTP4&feature=youtu.be

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