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7 erros que causam Intercorrência na Harmonização Facial

Intercorrência na Harmonização Facial: Conheça os 7 erros que mais causam intercorrências e saiba como aprender a lidar com eles no Portal Diogo Melo.

7 erros que causam Intercorrência na Harmonização Facial

Intercorrência na Harmonização Facial: Conheça os 7 erros que mais causam intercorrências e saiba como aprender a lidar com eles no Portal Diogo Melo.

Costumo dizer que é preciso duas coisas para evitar Intercorrências na Harmonização Facial: Prevenção e preparo adequados.

Afinal, apenas conhecer técnicas não basta para evitar que problemas pós procedimento aconteçam.

E isso vale para todos pois até o mais experiente dos profissionais está sujeito a cometer erros.

Eu erro, tu erras, ele erra, todos nós erramos e está tudo bem! O que não pode acontecer é não saber como consertar.

O que quero dizer é, por mais que você acredite no aprendizado que absorveu, devore literaturas técnicas e invista em cursos presenciais, sempre haverá um caso para testar a sua capacidade.

Por isso eu te convido a conhecer os 7 erros que mais causam intercorrências na harmonização orofacial, para aprender com eles e garantir noites de sono mais tranquilas ao longo da sua carreira.

Primeiros Passos

Há 3 pilares fundamentais que você precisa conhecer para começar a se preparar em relação às intercorrências:

  • Anamnese.
  • Considerações Pré-Tratamento.
  • Eventos Adversos e seu Manejo.

Leia mais a respeito desses pilares clicando AQUI.

Fora isso o conhecimento aprofundado e domínio sobre a anatomia da face, particularidades dos grupos musculares e suas áreas de trabalho, são indispensáveis.

Entender quais são os biotipos faciais, simetria da face, linhas de tensão, zonas compartimentais adiposas e estruturas ósseas também.

Essas são apenas algumas das várias considerações importantes que posso citar só para começar.

Existem vários protocolos, ações e soluções, que podem ser estudados e absorvidos, contudo, a prevenção, o preparo e a prudência são os nossos maiores aliados além do conhecimento teórico.

Conheça quais são os 7 erros

Veja os 7 erros listados abaixo e a seguir falarei de forma resumida sobre cada um deles.

  • Falha no Diagnóstico Clínico.
  • Preparo e Seleção dos Fármacos.
  • Não saber diferenciar e/ou indicar a densidade do Gel de AH.
  • Não conhecer a Anatomia Facial.
  • Complicação Tardia Pós Procedimento.
  • Não saber Diagnosticar Intercorrências.
  • Não saber Tratar Intercorrências.

Falha no Diagnóstico Clínico

O primeiro passo rumo ao sucesso clínico é dar atenção à importância da avaliação minuciosa da face do seu paciente.

A falha de diagnóstico é uma das primeiras causas que pode induzir o profissional ao erro em seus tratamentos.

Atenção aos detalhes da estrutura anatômica e fisiologia facial fazem uma grande diferença no diagnóstico. Quando se sabe quais são as regiões de risco fica mais fácil trabalhar com tranquilidade.

Preparo e Seleção dos Fármacos

Não saber como selecionar, preparar e para que servem os fármacos utilizados na HOF é o segundo erro.

Pois se você não souber pelo menos o básico sobre produtos, de nada adianta conhecer as técnicas de harmonização que sozinhas não fazem verão.

Dê atenção especial à base teórica e científica da tecnologia, funcionalidades e finalidades que os envolvem.

Priorize o valor da teoria antes do preço da prática, que depende diretamente dela.

Vale acrescentar que além dos fármacos, é preciso conhecer outros materiais utilizados no dia a dia clínico, como agulhas, seringas, anestésicos tópicos, entre outros.

Não saber diferenciar/indicar a densidade do Gel de Ácido Hialurônico

Não conhecer as características físicas do gel de ácido hialurônico é mais umas das portas de entrada para o erro.

Achar que todos os géis de ácido hialurônico são iguais é algo comum, porém afirmo que não são e cada marca tem uma propriedade, crosslink e tecnologia de reticulação específicos.

Em primeiro lugar, além de saber diferenciar é preciso também saber indicar o preenchedor certo para cada área da face.

Cada marca traz um fármaco específico e aplicável a uma determinada região da face, ou até mesmo mais de uma delas.

O que dá ao profissional a chance de trabalhar maior parte dos procedimentos com o uso de apenas um tipo de produto.

Da mesma forma devemos levar em consideração, além do preço, qual é o perfil dos pacientes que mais atendemos e quais procedimentos costumamos trabalhar mais na rotina clínica.

Em resumo, é preciso dominar tudo a respeito do gel de AH antes de selecioná-lo para um tratamento e evitar o risco de complicações.

Não conhecer a Anatomia Facial

Conforme dito anteriormente, não conhecer e dominar as peculiaridades que envolvem a anatomia facial é garantia de erro.

Como quando o profissional sequer conhece a anatomia e não tem noção do eixo de entrada da agulha para determinado procedimento, por exemplo.

É fato que o ângulo de introdução da agulha pode levar ao sucesso ou ao insucesso clínico em um piscar de olhos.

Não basta apenas introduzir a agulha com o medicamento na face do seu paciente, é preciso entender se cada ângulo e plano de aplicação é o ideal.

Pequenos erros de angulação podem te levar a grandes catástrofes, como a compressão de vasos sanguíneos (necrose).

Complicação Tardia Pós Procedimento

Complicações tardias geralmente acontecem por falta de orientação adequada ao paciente e/ou desobediência das recomendações pós procedimento.

Explique ao seu paciente quais são as possíveis reações pós procedimento e quais os cuidados necessários que ele deve tomar.

Geralmente os procedimentos de harmonização geram edema no dia seguinte, como no caso da aplicação de preenchedores, por exemplo.

Todo gel de AH introduzido na pele vai ter reação inflamatória, que pode ser seguida de maior ou menor edema.

Entregue por escritos todos os cuidados e orientações que o paciente deve seguir até a data de retorno ao consultório.

Esta atitude evita complicações de natureza pessoal entre você e a pessoa que confia em seu trabalho.

Não saber Diagnosticar Intercorrências

Imagine se o seu paciente te liga para dizer que está sentindo dor, que um lado do rosto está maior ou mais alto do que o outro, por exemplo.

E agora, quem poderá te defender? É complicado não saber como agir nessa hora, caro colega.

Desconhecer o diagnóstico primário de uma intercorrência, mesmo que à distância, pode tornar o problema ainda maior.

Intercorrências dependem necessariamente do tempo de resolução e o grau de severidade é determinado pelo tempo de diagnóstico.

Isso quer dizer que se o problema for diagnosticado de forma rápida o tratamento é mais fácil.

Não saber Tratar Intercorrências

Por último e não menos importante, não saber como tratar uma intercorrência é bastante preocupante.

Continuando na mesma linha do tópico anterior, podemos dizer que saber como tratar uma complicação, é entender a lógica dos tratamentos e a lógica do diagnóstico.

Afinal, ambos são como um padrão para todo tipo de harmonização e se você entender os procedimentos, processos inflamatórios e a fisiologia humana, é possível prever os problemas que podem acontecer.

Não é porque fui eu que escrevi mas esta publicação ficou bem bacana!

É óbvio que entreguei apenas uma amostra sobre o assunto intercorrências mas a boa notícia é:

Este será o tema do meu próximo livro digital que ainda não tem uma data certa de lançamento. Mas está sendo preparado com todo o cuidado e responsabilidade por este cara que aqui vos fala.

E enquanto essa nova obra não sai do forno, divirta-se com o meu Curso Online de Anatomia e Intercorrências.

Te dou minha garantia de que ele vai te ensinar todo o necessário para prevenir complicações, além de como agir caso elas aconteçam.

Até a próxima publicação,
Professor Diogo Melo.

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